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terça-feira, 5 de outubro de 2010

3. Aprenda a utilizar o computador PARTE I

 REGRA D'OURO :

NÃO EXPERIMENTE O QUE NÃO SABE, FAÇA-O NA MEDIDA DOS SEUS CONHECIMENTOS. O Software contido e os ficheiros representam valores não contabilizáveis, a sua segurança está apenas numa utilização correcta. 

Aprender a utilizar o computador é um processo permanente e nunca terminado,  pelo que neste blog só  publicações de mensagens  com datas recentes  terão um conteúdo mais completo e actualizado.

 
3.1. O que é um computador.


O computador é uma máquina capaz de receber, armazenar, tratar e produzir informações de forma automática, com grande rapidez e precisão. A evolução dos sistemas de computação teve seu início no século XVI, mas estes somente mostraram-se úteis neste século e sua vulgarização se deu graças à recente evolução na microeletrônica. 

1. O conceito de informática e o computador tem como todas as ciências e tecnologias variantes de conceitos consoante os limites inseridos de quem as protagoniza na sua criação, construção, e utilização. 2. Considerando os seus efeitos, éticos, ambientais, deontológicos, económicos, científicos e toda a abrangência social e política, estamos perante uma tecnologia interdependente com todas as restantes áreas do conhecimento. 3. Sejamos concisos ao abordar este tema, para que não se exagere, quer na simplicidade de considerarmos apenas uma máquina ou ferramenta, nem perante um dogma mágico de que tudo pode fazer e resolver. 4. Mas é conveniente ter uma noção esclarecida do quantitativo tecnológico, social, e científico que é possível reunir neste instrumento que é o Computador. 5. Para ter uma noção do valor deste precioso equipamento, conjunto Hardware e Programas Utilitários e de Aplicação, que dispõe; ou a dispor no futuro, sugiro que se faça este pequeno exercício virtual:
6. Imagine uma Cidade Moderna, no tamanho de uma Capital Europeia com toda a vida produtiva e laser: 7. Nesta cidade tem compactado todo o equipamento, de fábricas, oficinas, recursos humanos, energia, música, arte, arquitectura, etc. .
8. Cada Aplicação de Programas representa neste exercício virtual uma Grande Superfície de ferramentas modulares, capazes de accionar interactivamente toda a Cidade. 9. Bom, um Computador pode assemelhar-se em valor, a uma gigantesca Cidade Universal reduzida à Micro Imagem Real da mesma:
10. Se fosse possível colocar em relevo esta micro obra de arte da Tecnologia que se chama INFORMÁTICA, à dimensão real do trabalho científico nela contido, ter-se-ia uma surpreendente exclamação de espanto e curiosidade da sua grandeza.
11. A ERA da informação, ao contrário da ERA Industrial precedente, permite esta contraste de CUSTOS e de visão do nosso mundo contemporâneo.

3.2. Na era digital a verdade é uma fortaleza inviolável

1. Este é um contexto novo que se afirma com a aplicação das novas Tecnologias de Informação (TICS). 
2. Independentemente das tentativas existentes de moldar as tecnologias ao serviço de interesses específicos como sempre aconteceu no passado, a humanidade tem hoje e no futuro o desafio de contextualizar-se numa interdependência face ao progresso das TICS. Daí uma das primeiras necessidades de formação é a aprendizagem de competências e capacidades para o uso do computador.

3.3. O que pode fazer com um computador


Conectar-se com amigos e pessoas em todo o mundo;  Pedir-lhe respostas como por exemplo: Qual o melhor caminho entre Lisboa e Roma,  ou a impressão duma planta de uma qualquer cidade.  

A utilização de um PC não tem limites visíveis. Desde programas de multimédia, científicos, administrativos, vídeo, vigilãncia, enciclopédias, internet, correio, arte, música, todas as áreas da vida humana valorizam-se com a utilização das tecnologias da informática.

Os limites são apenas os conhecimentos e a capacidade imaginativa de cada um.


3.4. Nocões Essenciais do Windows

História: 
Conforme o nome indica Windows, em português significa Janelas:
O diálogo com o computador, quer como administrador de sistema,como profissional de informática,  operador, ou apenas para jogos tão familiares,  internet, etc., nem sempre foi assim acessível.
Os Computadores outrora, eram vastos conjuntos de hardware  preparados para aceitarem linguagens próprias, concebidas e criadas pelos  programadores e analistas de sistema, que depois de inseridas, testadas, e comprovadas as funcionalidades do software, eram elaboradas as instruções de Operação que constituíam o diálogo com o PC.
O diálogo através das janelas ainda não existia, as primeiras versões de Windows V. 1.1 surgiram cerca de 1985/6 que constituíam apenas uma apresentação espectacular do diálogo com o PC mas só utilizadas em ocasiões de demonstração, pois todo o software corria em DOS e nas linguagens Basic, Cobol e outras.
Era  o próprio software que criava as janelas de diálogo.  Não existia tão pouco o mouse (rato).
O interesse deste introito histórico, é para fazer entender que quer as actuais versões de Windows, quer as anteriores são evoluções sucessivas de todo um misto de versões de sistemas operativos DOS, software de Janelas de diálogo e Software de aplicação, de modo a conter toda esta evolução num só sistema operativo, compatível com todo o outro conjunto de programas a instalar posteriormente no PC.
O Windows é por conseguinte a “tradução” da linguagem técnica do software em linguagem entendida por todos, quer nas próprias línguas, quer através de imagens  familiares .
O Windows não é uma linguagem técnica mas sim a sua “tradução”. Daí, por razões de segurança não traduz tudo, mas apenas o essencial ao diálogo com o PC.   
ide 34

 

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