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domingo, 10 de outubro de 2010

8. Generalidades essenciais a saber no PC e sugestões.





Para pessoas recentemente iniciadas na utilização do PC  recomenda-se o conhecimento preciso do seguinte:

1.  Apenas utilize as definições do painel de controlo quando, souber
     satisfatóriamente o que está a fazer. Peça ajuda a quem saiba.

2. Tenha conhecimento da configuração do hardware e todo o software que
    dispõe,  nomeadamente capacidades no disco, placas de rede, de som, vídeo,
    etc. e não instale qualquer software jogos ou outros, sem se certificar de que as
     potencialidades do seu PC são suficientes para o aceitarem.

3. Nunca ultrapasse mais de 85% de espaço utilizado no disco "C":  
     Antes de instalalar, efectuar cópias de software, pastas etc.,  controle o espaço 
     livre no disco C, acedendo às propriedades do disco.
     Lembre-se de que o seu PC também utiliza por iniciativa própria escrita e
     gravação no disco, sendo que, terá de partilhar com  a sua máquina inteligente,
     esse espaço que também precisa.

4. Tenha sempre cópias de segurança dos dados e software gravados no disco.
 
5. Ficheiros e Pastas.  Para obter um bom desempenho do seu PC, organize
     com lógica toda a estrutura de acesso de dados; de modo a que fácilmente para
     si, e  para o PC o acesso seja rápido. A estrutura inicial do disco com o 
     Windows e mais algum software instalado tal como o office está numa lógica
     para um melhor desempenho. Por favor, não coloque outros directórios dentro
     destas pastas, tal como na pasta de Programas da Microsoft, a menos quando
     seja aconselhável evite colocar nela outros programas.


6. Sugestão. Na raiz do disco, crie uma pasta própria, e a partir dela crie todas as
    outras pastas necessárias ao arquivo de dados e programas . O comando do 
    software é como o comando de um grande exército cujo comandante supremo,
    não chama pelos soldados todos, nem pelos oficiais ou sargentos, há uma 
    hierarquia de comando que quando bem definidas, são melhor sucedidas.


7. Hierarquize as pastas com nomes não muito extensos, consoante a sua
    especifidade.

8. Cuidados especiais com o seu PC Portátil

 

sábado, 9 de outubro de 2010

7. Internet Hoje

Esta realidade do nosso tempo, marca a diferença, da cidadania!

Comparativamente quem a usa regularmente está no pleno emprego activo,
em detrimento de quem não a usa que se marginaliza socialmente como se estivesse  no desemprego.

Isto não é bobagem, é um testemunho honesto de quem se apoiou sempre na vanguarda da tecnologia, para sobreviver no mundo laboral durante mais de 34 anos.

Mas não só nas actividades laborais mas em toda  a conjuntura da vida. Tal como o dinheiro não compra a saúde ou a  felicidade mas é indispensável para o conseguir assim a Internet  não se substitui ao nosso olhar  sobre o meio, mas ajuda a abarca-lo a tempo de evitar o seu desmoronamento .

A Internet é já hoje a Linguagem Universal. Tal como a música agrada disciplinando os ritmos dos sons e dos movimentos e torna-se uma das mais preciosas artes de interacção humana assim a navegação virtual sobre o mundo e o conhecimento afere as capacidades de convivência  harmoniosa do civismo moderno.


Condições de vida e de trabalho melhoram, sempre que se dispõe com mais rapidez da informação e dos instrumentos precisos para as decisões que se têm de tomar permanentemente.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

6. Conheça bem o seu computador e navegue com segurança pelas janelas de diálogo.



1. Para ligar o Computador basta accionar o interruptor de corrente de alimentação, normalmente um botão.  2. O Arranque do Windows em qualquer das versões conhecidas, 95, 98, Milénio, XP, 2000 Profissional ou Vista,  depois de inicializar ficheiros auto-executáveis, mostrar-lhe-á uma janela inicial com uma barra de ferramentas em baixo. 3. Durante este processo o windows executa milhões de tarefas de rotina em escassos segundos, todas de iniciativa pré-estabelecida pelo construtor e o administrador de sistema, tais como o reconhecimento de todo o hardware existente e posteriormente, repõe as definições do utilizador que inicia a sessão tais como as deixou da última utilização. 4. Procede como um verdadeiro guardião de uma imensa casa que ao regressar à mesma, verifica meticulosamente com um rigor infalível, tudo o que existe e se está operacional, na hipotética situação, de que, se algo de anormal se passou durante a ausência. 5. O windows é o primeiro e fidelíssimo guardião do computador, faz parte integrante da interactividade do utilizador, actuando como medianeiro entre a vontade do utente e os meios que disponibiliza na sua casa, bem complexa, mas que a conhece tão bem que lhe basta momentos para estar pronto a dar as boas vindas ao utente que inicia a sessão. 6. Seria muito extensivo enumerar desde já, toda a configuração ambiente, que o windows registou para disponibilizar. 7. Desde níveis de Memória RAM, ROM, periféricos de input /output, interfaces telefónicos, vídeo, voz , disco rígido, Compact Disc, fontes de energia, controladores de software e hardware, portas de saída e entrada de todo o tráfego imenso da informação, “máquinas e ferramentas” etc. 8. Ao ligar o computador, o utente tem acesso a um “ilimitado” conjunto de tarefas cujos limites dependem somente dos acessos autorizados ao seu user-name e password. 9. Consoante as definições escolhidas pelo utilizador na sua última sessão, assim o monitor se apresentará configurado:
10. Os símbolos que aparecem no Ambiente de Trabalho (desktop), servem para identificar cada conjunto de programas e/ou hardware, tornando mais simples e familiar o seu acesso. Os monitores poderão ser tácteis, e, deste modo, é conveniente que todo o software seja adaptado à função táctil, com símbologia maior, não necessáriamente imperativo:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

3. Aprenda a utilizar o computador PARTE I

 REGRA D'OURO :

NÃO EXPERIMENTE O QUE NÃO SABE, FAÇA-O NA MEDIDA DOS SEUS CONHECIMENTOS. O Software contido e os ficheiros representam valores não contabilizáveis, a sua segurança está apenas numa utilização correcta. 

Aprender a utilizar o computador é um processo permanente e nunca terminado,  pelo que neste blog só  publicações de mensagens  com datas recentes  terão um conteúdo mais completo e actualizado.

 
3.1. O que é um computador.


O computador é uma máquina capaz de receber, armazenar, tratar e produzir informações de forma automática, com grande rapidez e precisão. A evolução dos sistemas de computação teve seu início no século XVI, mas estes somente mostraram-se úteis neste século e sua vulgarização se deu graças à recente evolução na microeletrônica. 

1. O conceito de informática e o computador tem como todas as ciências e tecnologias variantes de conceitos consoante os limites inseridos de quem as protagoniza na sua criação, construção, e utilização. 2. Considerando os seus efeitos, éticos, ambientais, deontológicos, económicos, científicos e toda a abrangência social e política, estamos perante uma tecnologia interdependente com todas as restantes áreas do conhecimento. 3. Sejamos concisos ao abordar este tema, para que não se exagere, quer na simplicidade de considerarmos apenas uma máquina ou ferramenta, nem perante um dogma mágico de que tudo pode fazer e resolver. 4. Mas é conveniente ter uma noção esclarecida do quantitativo tecnológico, social, e científico que é possível reunir neste instrumento que é o Computador. 5. Para ter uma noção do valor deste precioso equipamento, conjunto Hardware e Programas Utilitários e de Aplicação, que dispõe; ou a dispor no futuro, sugiro que se faça este pequeno exercício virtual:
6. Imagine uma Cidade Moderna, no tamanho de uma Capital Europeia com toda a vida produtiva e laser: 7. Nesta cidade tem compactado todo o equipamento, de fábricas, oficinas, recursos humanos, energia, música, arte, arquitectura, etc. .
8. Cada Aplicação de Programas representa neste exercício virtual uma Grande Superfície de ferramentas modulares, capazes de accionar interactivamente toda a Cidade. 9. Bom, um Computador pode assemelhar-se em valor, a uma gigantesca Cidade Universal reduzida à Micro Imagem Real da mesma:
10. Se fosse possível colocar em relevo esta micro obra de arte da Tecnologia que se chama INFORMÁTICA, à dimensão real do trabalho científico nela contido, ter-se-ia uma surpreendente exclamação de espanto e curiosidade da sua grandeza.
11. A ERA da informação, ao contrário da ERA Industrial precedente, permite esta contraste de CUSTOS e de visão do nosso mundo contemporâneo.

3.2. Na era digital a verdade é uma fortaleza inviolável

1. Este é um contexto novo que se afirma com a aplicação das novas Tecnologias de Informação (TICS). 
2. Independentemente das tentativas existentes de moldar as tecnologias ao serviço de interesses específicos como sempre aconteceu no passado, a humanidade tem hoje e no futuro o desafio de contextualizar-se numa interdependência face ao progresso das TICS. Daí uma das primeiras necessidades de formação é a aprendizagem de competências e capacidades para o uso do computador.

3.3. O que pode fazer com um computador


Conectar-se com amigos e pessoas em todo o mundo;  Pedir-lhe respostas como por exemplo: Qual o melhor caminho entre Lisboa e Roma,  ou a impressão duma planta de uma qualquer cidade.  

A utilização de um PC não tem limites visíveis. Desde programas de multimédia, científicos, administrativos, vídeo, vigilãncia, enciclopédias, internet, correio, arte, música, todas as áreas da vida humana valorizam-se com a utilização das tecnologias da informática.

Os limites são apenas os conhecimentos e a capacidade imaginativa de cada um.


3.4. Nocões Essenciais do Windows

História: 
Conforme o nome indica Windows, em português significa Janelas:
O diálogo com o computador, quer como administrador de sistema,como profissional de informática,  operador, ou apenas para jogos tão familiares,  internet, etc., nem sempre foi assim acessível.
Os Computadores outrora, eram vastos conjuntos de hardware  preparados para aceitarem linguagens próprias, concebidas e criadas pelos  programadores e analistas de sistema, que depois de inseridas, testadas, e comprovadas as funcionalidades do software, eram elaboradas as instruções de Operação que constituíam o diálogo com o PC.
O diálogo através das janelas ainda não existia, as primeiras versões de Windows V. 1.1 surgiram cerca de 1985/6 que constituíam apenas uma apresentação espectacular do diálogo com o PC mas só utilizadas em ocasiões de demonstração, pois todo o software corria em DOS e nas linguagens Basic, Cobol e outras.
Era  o próprio software que criava as janelas de diálogo.  Não existia tão pouco o mouse (rato).
O interesse deste introito histórico, é para fazer entender que quer as actuais versões de Windows, quer as anteriores são evoluções sucessivas de todo um misto de versões de sistemas operativos DOS, software de Janelas de diálogo e Software de aplicação, de modo a conter toda esta evolução num só sistema operativo, compatível com todo o outro conjunto de programas a instalar posteriormente no PC.
O Windows é por conseguinte a “tradução” da linguagem técnica do software em linguagem entendida por todos, quer nas próprias línguas, quer através de imagens  familiares .
O Windows não é uma linguagem técnica mas sim a sua “tradução”. Daí, por razões de segurança não traduz tudo, mas apenas o essencial ao diálogo com o PC.   
ide 34

 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

1. Preâmbulo (Pr) Antologia do Tema e da Palavra em Língua Portuguesa


1.1. Compilar, escrever, criar textos que sejam referências imprescindíveis duma cultura viva e protagonista dos avanços mais desejáveis da vida de toda a comunidade humana, é em síntese o objectivo deste trabalho.

1.2. Trabalhar a língua materna, é não só um dever de honra, como também uma gratidão, pela esperança depositada na vida de quem no passado, tudo fez para passar o melhor testemunho aos filhos vindouros, e a sua generosidade impagável com que nos protegeram nos anos mais frágeis da meninice e adolescência.

1.3. Mas, não só por estes valores, a língua materna é o segundo bem mais valioso depois do cérebro, que cada ser humano pode dispor, para uma existência digna e válida pela vida.

1.4. A razão deste blogue:

a)   Disponibilizar no actual contexto social português e global temas e assuntos de conteúdos vitais, abertos 
      à valorização dos comentários, sendo que estes poderão ser integrados na correcção ou edição de 
      novas mensagens.  Também constituirá a publicação de um testemunho de vida e obra que sirva 
      útilmente às gerações vindouras se assim o avaliarem com mérito de uso e aplicação para sucesso 
      futuro.



c)  Sendo um trabalho de reflexão filosófico-social e também de cariz pretensamente
científico, o seus conteúdos reflectem a visão do autor do mundo e do universo, sem que
coloque em causa excessos de linguagem ou de liberdade de expressão, não abdicando
da imperativa necessidade segundo o próprio do sentido da oportunidade e da responsabilidade.
Oferecendo as actuais tecnologias de informação e processamento a oportunidade de
publicação a custo zero  de trabalhos,  que outrora seriam totalmente perdidos,
seria contranatura a censura própria e ou de outrem,  só porque muitos ou alguns poderão não gostar.

d) Regras essenciais que o autor estabelece e pretende prosseguir no percurso deste trabalho.
     1. Os textos publicados da autoria Rogoneto,  serão revistos e alterados sempre que possível e poderão
         ser até retirados se aconselhável quando possam violar questões de ética ou dos termos de 
         utilização do Blogger.
 
     2. Quaisquer cópias retiradas serão da inteira  responsabilidade de quem as praticar, sendo que o autor
         apenas defende os seus textos em original no blogue, e na versão à data.
     3. Os comentários, poderão ou não obter resposta sendo que serão sempre publicados, e classificados
         por Rogoneto, que posteriormente de acordo com a mesma classificação poderão ou não
         permanecer para além de um período de 6 (seis)  meses.

     4. Sempre que hajam  compilações reproduzidas, de interesse cultural, técnico ou científico ou mesmo
         artístico, serão precedidas de referência da origem, e serão avaliados com excepção no contexto
         filosófico-social dos objectivos deste blogue.

1.5. Síntese


    Sentir a necessidade de uma mudança na sociedade  para que cada um e todos se sintam bem ou melhor, é um desejo muito comum de hoje e de sempre. Todavia, protagonizar essa mudança com sucesso nunca foi e não é algo simples.
    A meu ver, não basta apenas a vontade, a inteligência ou o conhecimento. É algo tecnicamente muito mais complexo com que podemos imaginar. Também consoante os níveis de mudança que almejamos e a abrangência dessa mesma     mudança assim os processos e instrumentos a usar serão obviamente diferentes.
    Qualquer  mudança desejável e assimilável com satisfação pelas gentes de um povo ou de todo o mundo, de modo que progrida por inércia e impulsos próprios, sem a necessidade de grandes recursos de energia e/ou violência política, ou legislativa, é um processo permanente, balizado e integrado após o seu início.
    Tal como não se constrói um prédio a partir de cima, também não podemos  construir uma sociedade a partir de um qualquer caderno reivindicativo compilado e aprovado com leis regras ou fins que se pretenda atingir e leis a implementar. 
    Isso é tudo quanto se tem feito até ao presente, e não passam de promessas e  esperança em dado momento, para depois as desilusões, frustrações  e perdas inúteis de tempo e de energias.
    Para a mudança implica o real  sentido do presente: Onde se está,  respondendo  com certezas Para onde vamos, Quando e Como.