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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

13. Civilizações extraterrestres que superem os humanos em tecnologia são improváveis!


excertos de uma conversa recente veja em: astroPT_comentários Rogério Gonçalves


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

12. A notícia e o seu contraditório.

 A notícia e o seu contraditório. 
   12.1. Para se entender o alcance e o protagonismo de uma notícia sugiro uma visita de consciência liberta e um sentido de realismo ao seguinte  Blogue Santa Isildinha: o Terceiro segredo de Fátima,  e a Revelação de Jesus ao Padre Pio, e neste mesmo blogue uma visão científica por Karl Bunn Presidente da Fundação Samael Aun Weor
Curitiba - PR - Brasil - XLVI Ano de Aquário.

  Neste mesmo espaço irei pormenorizar o contraditório desta questão.
12.2 Roma em pânico com profecia sobre terramoto ۞
   Nesta data Terça-Feira, 10 de Maio também consta notícia de profecia para amanhã. Muita gente programa a sua vida em função do hipotético acontecimento.

11. Indiscutivelmente Certo (IC)


    2. Introdução ao Tema.  O Espírito de missão no percurso histórico da humanidade apresenta uma diferenciação de tal modo multifacetada nos seus conteúdos político-religiosos, filosófico-culturais,  económico e científicos, em todo o tecido social,  que forçou a convivência e a confrontação do real com o imaginário, do racional com a aberração, da ciência com a ficção, do possível com o utópico. 3. Uma atitude de contradições múltiplas que disseminou a confusão,  na aplicação de estratégias de vida, cujos gastos de energias, não lograram qualquer proveito num mundo digno da  presença do homem.

4. Nunca houve a coragem nem o discernimento,  para se criar uma “REFERÊNCIA ÍNTEGRA-INDISCUTIVELMENTE CERTA”, que servisse de farol seguro aos milhões de seres humanos, perdidos, à deriva das tempestades sociais. Este facto, desembocou no actual ambiente de terror,  num mundo moribundo, perverso que teima em não encontrar o caminho certo.

5. O óbvio, é que qualquer iniciativa válida neste sentido,  colide, colidiria e colidiu com interesses instalados há milénios.  6. A usurpação, em segurança, dos bens populares, foi, é, e seria  no contexto, o motivo intangível, sempre presente nos confortados da vida,  cuja generosidade das gentes humildes, cega à  necessária  aprendizagem que os sucessivos holocaustos, vividos ou presenciados deveria proporcionar. 7. A lição é, apenas retirada pelos usurpadores, que se defendem, transpondo o muro da hipocrisia e do cinismo, abusando ocultamente, com um charlatanismo que cerra as milenares muralhas invioláveis,  para salvaguardar os candidatos herdeiros à continuidade.

8. Ao analisar a história humana, os factos e acontecimentos quase se explicam com o inexplicável. Não existiu qualquer racionalidade. 9. As gerações passaram, e tudo ficou como sempre foi: confuso, complexo, difícil, caótico, crítico, etc. etc.
10. Impera criar essa “Referência indiscutivelmente certa”. 11. Não, para agradar aos interesses instalados, nem tão pouco aos servos dos mesmos. 12. Uns e outros já têm os seus lugares reservados, na efémera passagem que é a vida, com os seus rituais a cada passo. 13. A vaidade, instala-se, em competição mórbida e cada gesto confunde-se, com tiques nervosos dum stress que se ignora existir. 14. Tudo acontece como algo pré-determinado. 15. As ordens dos mandantes estão escritas há muito. 16. Basta lê-las e, porque não, escutá-las absorvendo a sua fidelidade profunda.

17. A enfermidade mais grave da humanidade é, exactamente, ter sido edificada e governada segundo critérios de corporativismo, cujo produto final é, o que presenciamos diariamente e já citado. 18. Mas, ao que parece, poucos são os que se opõem de modo capaz e eficaz à epidémica atitude de agradar aos mentores de sonhos, da hipocrisia, e representarem o que não tem representação à dimensão do Homem. 19. Desses poucos, repito ninguém foi capaz, muito menos eficaz, a prova é o abismo de hoje. 20. A lenta consciência colectiva da humanidade é gritante,  passados milénios sobre critérios e atitudes, ainda há a esperança, de que resultem.

21. Poder-se-ia pormenorizar o diagnóstico social nas suas causas e efeitos, com uma radiografia microscópica a um qualquer processo infeccioso contudo, o “politicamente correcto” é forçar a convivência com a infecção. 22. Isolando a infecção, não forneceria mercado para os laboratórios e, estes têm, demasiado peso na sociedade, para abdicarem da vertente económica da sua actividade.

23. Proclame-se a liberdade religiosa e política, de crer, pensar e agir, ao que se entenda por melhor mas, que isto não obste nem sufoque, o que é imperativo emergir e não tem contraditório. 24. Nem mesmo hipotético, no âmbito da investigação.25. Seja livre a nossa subjectividade e até partilhada no enlace público, mas não nos imponham nem sequer proponham, uma REFERÊNCIA SUPERIOR, que não se viu, não se vê e é impossível à dimensão do sentir do Homem.26. Se alguém diz ou escreve que viu,  que lhe contaram, respeite-se a sua liberdade, mas não se mobilizem multidões, quantas vezes vaidosas de afirmarem terem visto também, ou até, escolhidas, para verem e testemunharem o que não se vê.

27. Sejamos claros na linguagem e nas atitudes; se nos referimos a uma cegueira, que se clarifique se esta é física ou espiritual,  ou outra ainda, e que por fim, não se misture todos os conceitos de modo a confundir os destinatários da mensagem.28. Não esqueçamos que os dois bens mais valiosos do homem, é o cérebro, e a língua em que se exprime e é compreendido. Stop à sua violação massiva.

29. Introduzindo a conclusão: Esta questão foi e é o maior (roubo) sequestro que as instituições, directa ou indirectamente fazem a toda a Humanidade e a cada um que a constitui. É nefasto, anti-humano,  anti-natural, errado e profusamente doentio dos comportamentos da vida.

30. O tempo para viver é demasiado escasso para que resulte infrutífero. Revela-se, por isso, contrário à missão e objectivos de cada um, nas suas diferenças próprias de riqueza humana.

31. Pescadores de homens, detêm uma armadilha de tortura, lenta e prolongada, prosseguindo um engano imposto secularmente pela “Referência Superior”, autoritária, castrante,  inibidora,  estigma do caminho realista da humanidade.
32. Se a batalha da racionalidade não for ganha com a reconstrução da vida e da sociedade em valores ao serviço de cada um e de todos os homens no respeito por todo o ambiente, que nos cerca, esta armadilha pode detonar o irreversível holocausto final, pondo termo à sobrevivência do Homem.
  
2-- Critérios de Decisão

     33. Os valores que me presidem à decisão de escrever este tema são a síntese conclusiva de uma vida para a qual todo o contexto histórico dispensou. Um testemunho, que desejo não aconteça com a maioria dos seres Humanos. 34. Muito embora sejamos todos dispensáveis, a prová-lo o facto de ninguém ser eterno, há contudo a fantasia e a convicção de que uma pequena parte é eleita e amada para prefigurar essa eternidade.
   35. Circunstancialmente esses eleitos, não só por decisão própria mas também e principalmente  “por escolha do Criador do Universo” decidem aplicar o “barro” de que são feitos na edificação de uma obra corporativa qualquer, ao que lhe convenceram que o sopro de vida de que dispõem não lhes pertence e que o seu preço é exactamente entregá-la a essa corporação, que lhe devolverá 100 vezes mais, acrescida de uma eternidade feliz, em contraste com o sofrimento eterno de quem se negar a fazê-lo. 36. Não obstante esta séria advertência ainda no tempo presente gozam de uma doçura de vida, pacífica e cheia de amor, contrastando com o ranger de dentes para as outras opções.

   37. Nisto os rebanhos e pastores entendem-se. Há uma linguagem comum que os faz comungar de afinidades peculiares que os mantêm em corpo uníssono, sentindo-se algo felizes por esse caminhar alinhado e anelado.

    38. A questão coloca-se numa infantilidade tal, que assenta no pressuposto de que o ser humano é algo simples como um pequeno animal semelhante a um cordeiro. 39 . E aqui começa um corpo de costumes e tradições, critérios deficientemente avaliados, geridos nessa simplicidade. A realidade porém é que liderar e conduzir homens é algo de muito mais nobre e inteligente, do que apenas tratá-los por meras percentagens de aderência e números de mandatos democráticos. 
40. Não obstante esta realidade humana, de uma diferença cósmica entre cada ser, os critérios instalam-se na gestão social como se de um rebanho se tratasse. 40. Não faltam até os cães para ladrar e morder quando rebanho tende a tresmalhar-se.

 41.  Que encanto o desses pastores, que não espanta a tendência que muitos manifestam, para uso e abuso de crianças e jovens. 42. Começam por chamar a si os méritos e virtudes de apontarem a estes os caminhos mais certos e saudáveis da vida. Sedução?.-- Ou charlatanice oculta que não passa despercebida às idades maduras e menos vulneráveis, sobretudo avisadas.

 43. Contudo as gerações passam, as instituições ficam. Estas têm muito mais tempo para intercalar procedimentos e estratégias dirigidas às crianças e jovens, pois mais tarde quando velhos, tarde demais, a armadilha acciona-se e tudo não passou de um sopro de energia que serviu para engordar as instituições. 44. As experiências de “sucesso” servem para se copiarem
e se adaptarem, constituem valências superiores, padrões de comportamento, a definir os critérios que  se assemelham e se instalam no mundo alinhado. 45. O conceito de liderança assim
infantilizado, não passa de uma clonagem mental e de espírito, tanto utilizada no passado e
infelizmente muito adoptada nos nossos dias.
 46. Liderar, não pressupõe exemplo para que os outros copiem e sigam, nem tão pouco exercer
simpatia para receber aplausos e afectos. 47.Tudo isto, são vaidades e egoísmo próprio. Trata-se
de clonagem de pensamento para multiplicar o próprio EGO por tantos milhões de “cordeiros”
que acabam numa existência fútil.

 48.  Explica-se  assim o facto das instituições existirem para serem servidas pela humanidade, quando ao invés seria o racional e humano.49. Aqui reside a explicação do abismo do inimaginável monstruoso:-50.Óbvio que quando a humanidade serve as instituições, não o faz em proveito de todos e de cada um, mas exclusivamente em proveito dos poucos que as herdam, ainda que por períodos curtos.

  51. Servir, dar, tudo a entidades abstractas sem rosto nem sensibilidade,  que acumulam secularmente conhecimento e poder insaciáveis da juventude humana, que depois ao desvincular-se por velhice, morte, doença, ou apenas por decisão circunstancial,  tudo quanto cedeu, nada leva consigo, nem o poderão usar. 52. Mas o pior ainda, serão os herdeiros
Institucionais, que em quaisquer dos processos, democráticos, monárquicos, ou teológicos, também não saberão nem poderão tirar proveito desses bens, porque, o saber e a tecnologia identificam-se mais com os mestres do que com os aprendizes:-53.Têm sempre qualquer acesso reservado apenas ao seu criador.



3—Porquê indiscutivelmente certo!?

  54. Urge contextualizar a dimensão humana de modo claro, conciso e certo, sem depreciações ou
favorecimentos. Não podemos continuar no ERRO secular de olhar para cada um de nós, adjectivando uma condição qualquer, “a condição humana” de escravos, senhores, servos, pecadores, etc...
   Em sintonia emergem “Santos” Senhores dos exércitos e outros hipócritas cuja megalomania interior é convencerem tudo e todos de que o Universo lhes pertence.
   Dão-se ao luxo de conviverem com os mesmos que varrem às suas ordens milhões de seres humanos, desalojando-os do habitat donde nasceram com se dum Tsanunimi se tratasse. Pior ainda têm o habitat humano pronto a explodir detonado a conta-relógio.
   Se não formos capazes de desarmadilhar esta armadilha fatal para toda a vida do planeta, não
restará ninguém para historiar como aconteceu.
   Afinal como foi possível tanta burrice ou birrice, nas barbas do Criador ou dos seus escolhidos e eleitos, estarmos hoje prestes a um holocausto nuclear, e saberão os cientistas que constatam já um holocausto radioactivo irreversível para a sobrevivência da vida do planeta.
   A confusão é tal nesta humanidade feita “rebanhos”, que nem os cães têm a capacidade de destrinçar os lobos dos cordeiros.
   A catequese doutrinária do ser humano, foi, e é, contextualizá-lo à imagem e semelhança de Deus, divindade teocrática, que por dimensão, natureza e lógica, não tem qualquer semelhança
com o Homem. Este por sua vez, tão diferenciado uns dos outros, muito raramente tem
semelhanças com os seus mais próximos, nem mesmo, tão pouco, com o chamado macaco que nos precedeu na evolução da espécie. Subvertidas as diferenças numa catequese doutrinária, irrealista, e sobretudo negado o conhecimento e a ciência, subjugam-se as diferentes etnias de confissões religiosas e políticas, a uma dependência vital e afectiva.
   Resulta posteriormente na incapacidade do exercício saudável das funções sociais e profissionais, dando lugar comum ao chamado stress da vida moderna, aplicando-se de seguida a terapêutica da farmacologia psicotrópica dos anti-depressivos, calmantes, e outros laxativos hipnóticos para a digestão da vida.
   Não espanta aos mais atentos que se bata recordes no consumo destas drogas “legais” que adormecem as gerações, chamam ao redil os rebanhos, e criam um mercado favorável ao sucesso  de todas as actividades mais negativas, a começar pelas indústrias farmacológicas, lobies tão poderosos que  lideram o mercado económico.
   Basta que observemos a estatística dos números: Níveis de desemprego, mortandade infantil,
sinistralidade, manchas de pobreza, excluídos e desalojados, população prisional, vítimas das
mais diversas formas de violência, guerras, prostituição, pedofilia, do terrorismo, etc., etc., mas
o problema mais sério é a questão ecológica, do aquecimento global, e do descontrolo irreversível da radioactividade. Isto diz-nos respeito a todos.
   A causa determinante de tudo isto, é o envolvimento das multidões lideradas como rebanhos,
Numa hipnose colectiva que pensam e agem com os mesmos critérios, instrumentos, ao serviço do espírito de corpo. Auto convencem-se, de que são pertença desse corpo, e a sua liberdade cinge-se apenas a valores previamente aprovados pelos guias de pensamento que os expressam.
   Acresce o irrealismo dogmático com que se violenta as consciências e a mente, de modo a que estas no seu processamento quotidiano se assemelham a PCs antiquados, lentos, cheios de vírus, incapazes de realizarem qualquer output exacto.

   Sem verdade no pensamento este não serve para nada, equivale a uma criança ao colo que apenas pode ser conduzida.
   O drama de tudo isto, é não  passar-se apenas entre-muros das instituições religiosas. Os Executivos políticos, legislativos e penais servem-se das mesmas metodologias de critérios, que
estão gravados na sua formação, incutido no desejo de perpetuar a supremacia do irreal, e do
dogmático que depois em face disto a acusação sistemática do ser humano, fazendo-o crer
que o seu valor é desprezível, tal como outrora se fazia no mercado de escravos.

   Generaliza-se a “condição” de que “todos somos pecadores”, marginais, arguidos num processo qualquer, e ficou como norma quase irrefutável, de que quem manda, manda sempre
bem, quem faz fá-lo sempre mal. “O chefe tem sempre razão”! “Quem não é por mim é contra mim!” O mundo e a sociedade humana está hoje catalogada de modo generalizado de corruptos, evasores fiscais, incumpridores, criminosos comuns, infractores, absentistas, falsificadores, traficantes, etc.. Depois, mais baixo ainda, pedófilos, chulos, violadores, terroristas, etc.
    Quem não recebeu uma acusação qualquer, verbal ou escrita de uma destas naturezas citadas? Ninguém repara neste abismo?
    É imperativo e não pode esperar, a constatação do real como prova conclusiva da lucidez e discernimento.
    Todos os processos de socialização, não se fazem de modo instantâneo, requerem um ritmo
adequado a cada passo que só os próprios que o protagonizam o podem definir. Assim as roturas ou a catalogação de critérios conservadores ou progressistas, consoante estes preservam
a continuidade dogmática ou a antagonizam, não será uma atitude indiscutivelmente certa.
    Há contudo a necessidade imperativa e urgente de separar, quer nos textos constitucionais,
Quer na acção legislativa  e executiva, aquilo que é dogmático, fantasia, utópico e/ou
Tradicional do que é racional, lógico, científico e real, demonstrável ou inclusívamente com meios de pesquisa e investigação conclusivamente prováveis.
    Não se pode aceitar que um crente em um qualquer milagre e quase analfabeto no conhecimento, tenha uma existência fácil mercê do que anuncia, e um agnóstico, céptico, e com elevado grau de formação académica possa ser maltratado socialmente por força dos critérios censuradores da sua postura e convicções.
     É indiscutivelmente certo ser desejável e saudável, promover a arte, a música, a poesia,
E todas as formas mais transcendentais de estar na vida, com particular referência aos cultos
Religiosos. Mas tudo isto no seu lugar próprio na plena liberdade de cada um. Não é todavia
uma referência integra da boa aplicação de custos e tempos, e muito menos, dos impostos do contribuinte que em regra são sempre compulsivos e obrigatórios.
    Para finalizar o porquê do indiscutivelmente certo, sugiro a leitura integral do tema “O Planeta
Terra”.


4—O Real e o Imaginário.

     É frequente contextualizar todas as coisas em função do tempo e do espaço, exagerando-se
até em números astronómicos de unidades de tempo. Exemplos: A vida do Homem existe sobre
a terra há 2 500 Milhões de anos. O planeta terra surgiu no espaço Há “n” biliões de
anos. Um raio de luz, percorre o Universo à velocidade de 300.000 Km por segundo.
   Trata-se destas e de todas as questões interligadas no conhecimento como se fossem realidades absolutas, provadas cientificamente e como tais incontestadas.
   No indiscutívelmente certo, não é assim. Não é possível sequer recompor empiricamente
o minuto antecedente. Muito menos Milhões ou biliões de anos antecedentes. Tudo é movimento e transformação de energia, e o conceito do futuro e do passado, pertence ao imaginário e não ao real.
   Tudo acontece, em função do constatado e do constatante. E ambos se constactam e são
reciprocamente constatados. A sensibilidade dos sentidos, e as capacidades lógicas de coordenar
conhecimentos e raciocínios é que permitem constatar o movimento, energia e a vida,
quer no contexto empírico, quer no contexto imaginário, e criar fórmulas e números irreais
e com racionalidade. Há porém aqui uma diferença de ordem de método e de critério, que é exigível na progressão de qualquer raciocínio “indiscutivelmente certo”.
   Só o presente é ponto de partida! Porque só este é real e existente empiricamente.
Não podemos afirmar com certezas absolutas que se hipoteticamente, alguma vez, deixasse de haver sentidos, portanto vida, que o Universo e o Sistema solar de que fazemos parte continuaria o mesmo rumo tal como o constactamos. Errar é humano, e os sentidos podem errar como já tem acontecido. Antes de Galileu, a Terra era Plana e parada. O sol é que se movia. Tal era o paradoxo do erro dos sentidos. Como é que poderia algo mover-se sobre uma superfície plana e aparecer sempre do mesmo lado. Sê-lo-ia que se imaginava um Sol que nascia todos os dias, e se extinguia no ocaso também diàriamente?
   Qualquer protagonismo de mudança com eficácia só é possivel se assentar em pre-supostos
reais, isto é do presente, do em curso, e a cada minuto um passo no sentido do rumo que
se pretende. Noutro contexto pode constituir apenas um erro irreversível, ou na melhor das hipóteses caminhar fora do tempo a reboque de qualquer outra forma de energia. Esta pode revelar-se usurária e supressiva.

10 . Quem cala consente


Hoje, 11 de Novembro de 2010,  após 60 anos de vida sentei-me pela primeira vez no banco dos réus, e humildemente calado em dever de observação de procedimentos nessa qualidade, senti e ouvi as mentiras proferidas sobre juramento da verdade que naturalmente visaram  influenciar a decisão do Magistrado responsável.  A festa do São Martinho deste ano vai ficar na minha vida como o dia da mentira. Prometo não calar nem consentir e hoje é o meu único destaque.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

9. Calendário, estrutura e conteúdos deste BLOG

   1- Dicionário:  Antologia do Tema e da Palavra em Língua
       Portuguesa:  “Relevância para termos técnicos”

    domingo, 10 de outubro de 2010

    8. Generalidades essenciais a saber no PC e sugestões.





    Para pessoas recentemente iniciadas na utilização do PC  recomenda-se o conhecimento preciso do seguinte:

    1.  Apenas utilize as definições do painel de controlo quando, souber
         satisfatóriamente o que está a fazer. Peça ajuda a quem saiba.

    2. Tenha conhecimento da configuração do hardware e todo o software que
        dispõe,  nomeadamente capacidades no disco, placas de rede, de som, vídeo,
        etc. e não instale qualquer software jogos ou outros, sem se certificar de que as
         potencialidades do seu PC são suficientes para o aceitarem.

    3. Nunca ultrapasse mais de 85% de espaço utilizado no disco "C":  
         Antes de instalalar, efectuar cópias de software, pastas etc.,  controle o espaço 
         livre no disco C, acedendo às propriedades do disco.
         Lembre-se de que o seu PC também utiliza por iniciativa própria escrita e
         gravação no disco, sendo que, terá de partilhar com  a sua máquina inteligente,
         esse espaço que também precisa.

    4. Tenha sempre cópias de segurança dos dados e software gravados no disco.
     
    5. Ficheiros e Pastas.  Para obter um bom desempenho do seu PC, organize
         com lógica toda a estrutura de acesso de dados; de modo a que fácilmente para
         si, e  para o PC o acesso seja rápido. A estrutura inicial do disco com o 
         Windows e mais algum software instalado tal como o office está numa lógica
         para um melhor desempenho. Por favor, não coloque outros directórios dentro
         destas pastas, tal como na pasta de Programas da Microsoft, a menos quando
         seja aconselhável evite colocar nela outros programas.


    6. Sugestão. Na raiz do disco, crie uma pasta própria, e a partir dela crie todas as
        outras pastas necessárias ao arquivo de dados e programas . O comando do 
        software é como o comando de um grande exército cujo comandante supremo,
        não chama pelos soldados todos, nem pelos oficiais ou sargentos, há uma 
        hierarquia de comando que quando bem definidas, são melhor sucedidas.


    7. Hierarquize as pastas com nomes não muito extensos, consoante a sua
        especifidade.

    8. Cuidados especiais com o seu PC Portátil

     

    sábado, 9 de outubro de 2010

    7. Internet Hoje

    Esta realidade do nosso tempo, marca a diferença, da cidadania!

    Comparativamente quem a usa regularmente está no pleno emprego activo,
    em detrimento de quem não a usa que se marginaliza socialmente como se estivesse  no desemprego.

    Isto não é bobagem, é um testemunho honesto de quem se apoiou sempre na vanguarda da tecnologia, para sobreviver no mundo laboral durante mais de 34 anos.

    Mas não só nas actividades laborais mas em toda  a conjuntura da vida. Tal como o dinheiro não compra a saúde ou a  felicidade mas é indispensável para o conseguir assim a Internet  não se substitui ao nosso olhar  sobre o meio, mas ajuda a abarca-lo a tempo de evitar o seu desmoronamento .

    A Internet é já hoje a Linguagem Universal. Tal como a música agrada disciplinando os ritmos dos sons e dos movimentos e torna-se uma das mais preciosas artes de interacção humana assim a navegação virtual sobre o mundo e o conhecimento afere as capacidades de convivência  harmoniosa do civismo moderno.


    Condições de vida e de trabalho melhoram, sempre que se dispõe com mais rapidez da informação e dos instrumentos precisos para as decisões que se têm de tomar permanentemente.

    sexta-feira, 8 de outubro de 2010

    6. Conheça bem o seu computador e navegue com segurança pelas janelas de diálogo.



    1. Para ligar o Computador basta accionar o interruptor de corrente de alimentação, normalmente um botão.  2. O Arranque do Windows em qualquer das versões conhecidas, 95, 98, Milénio, XP, 2000 Profissional ou Vista,  depois de inicializar ficheiros auto-executáveis, mostrar-lhe-á uma janela inicial com uma barra de ferramentas em baixo. 3. Durante este processo o windows executa milhões de tarefas de rotina em escassos segundos, todas de iniciativa pré-estabelecida pelo construtor e o administrador de sistema, tais como o reconhecimento de todo o hardware existente e posteriormente, repõe as definições do utilizador que inicia a sessão tais como as deixou da última utilização. 4. Procede como um verdadeiro guardião de uma imensa casa que ao regressar à mesma, verifica meticulosamente com um rigor infalível, tudo o que existe e se está operacional, na hipotética situação, de que, se algo de anormal se passou durante a ausência. 5. O windows é o primeiro e fidelíssimo guardião do computador, faz parte integrante da interactividade do utilizador, actuando como medianeiro entre a vontade do utente e os meios que disponibiliza na sua casa, bem complexa, mas que a conhece tão bem que lhe basta momentos para estar pronto a dar as boas vindas ao utente que inicia a sessão. 6. Seria muito extensivo enumerar desde já, toda a configuração ambiente, que o windows registou para disponibilizar. 7. Desde níveis de Memória RAM, ROM, periféricos de input /output, interfaces telefónicos, vídeo, voz , disco rígido, Compact Disc, fontes de energia, controladores de software e hardware, portas de saída e entrada de todo o tráfego imenso da informação, “máquinas e ferramentas” etc. 8. Ao ligar o computador, o utente tem acesso a um “ilimitado” conjunto de tarefas cujos limites dependem somente dos acessos autorizados ao seu user-name e password. 9. Consoante as definições escolhidas pelo utilizador na sua última sessão, assim o monitor se apresentará configurado:
    10. Os símbolos que aparecem no Ambiente de Trabalho (desktop), servem para identificar cada conjunto de programas e/ou hardware, tornando mais simples e familiar o seu acesso. Os monitores poderão ser tácteis, e, deste modo, é conveniente que todo o software seja adaptado à função táctil, com símbologia maior, não necessáriamente imperativo:

    terça-feira, 5 de outubro de 2010

    3. Aprenda a utilizar o computador PARTE I

     REGRA D'OURO :

    NÃO EXPERIMENTE O QUE NÃO SABE, FAÇA-O NA MEDIDA DOS SEUS CONHECIMENTOS. O Software contido e os ficheiros representam valores não contabilizáveis, a sua segurança está apenas numa utilização correcta. 

    Aprender a utilizar o computador é um processo permanente e nunca terminado,  pelo que neste blog só  publicações de mensagens  com datas recentes  terão um conteúdo mais completo e actualizado.

     
    3.1. O que é um computador.


    O computador é uma máquina capaz de receber, armazenar, tratar e produzir informações de forma automática, com grande rapidez e precisão. A evolução dos sistemas de computação teve seu início no século XVI, mas estes somente mostraram-se úteis neste século e sua vulgarização se deu graças à recente evolução na microeletrônica. 

    1. O conceito de informática e o computador tem como todas as ciências e tecnologias variantes de conceitos consoante os limites inseridos de quem as protagoniza na sua criação, construção, e utilização. 2. Considerando os seus efeitos, éticos, ambientais, deontológicos, económicos, científicos e toda a abrangência social e política, estamos perante uma tecnologia interdependente com todas as restantes áreas do conhecimento. 3. Sejamos concisos ao abordar este tema, para que não se exagere, quer na simplicidade de considerarmos apenas uma máquina ou ferramenta, nem perante um dogma mágico de que tudo pode fazer e resolver. 4. Mas é conveniente ter uma noção esclarecida do quantitativo tecnológico, social, e científico que é possível reunir neste instrumento que é o Computador. 5. Para ter uma noção do valor deste precioso equipamento, conjunto Hardware e Programas Utilitários e de Aplicação, que dispõe; ou a dispor no futuro, sugiro que se faça este pequeno exercício virtual:
    6. Imagine uma Cidade Moderna, no tamanho de uma Capital Europeia com toda a vida produtiva e laser: 7. Nesta cidade tem compactado todo o equipamento, de fábricas, oficinas, recursos humanos, energia, música, arte, arquitectura, etc. .
    8. Cada Aplicação de Programas representa neste exercício virtual uma Grande Superfície de ferramentas modulares, capazes de accionar interactivamente toda a Cidade. 9. Bom, um Computador pode assemelhar-se em valor, a uma gigantesca Cidade Universal reduzida à Micro Imagem Real da mesma:
    10. Se fosse possível colocar em relevo esta micro obra de arte da Tecnologia que se chama INFORMÁTICA, à dimensão real do trabalho científico nela contido, ter-se-ia uma surpreendente exclamação de espanto e curiosidade da sua grandeza.
    11. A ERA da informação, ao contrário da ERA Industrial precedente, permite esta contraste de CUSTOS e de visão do nosso mundo contemporâneo.

    3.2. Na era digital a verdade é uma fortaleza inviolável

    1. Este é um contexto novo que se afirma com a aplicação das novas Tecnologias de Informação (TICS). 
    2. Independentemente das tentativas existentes de moldar as tecnologias ao serviço de interesses específicos como sempre aconteceu no passado, a humanidade tem hoje e no futuro o desafio de contextualizar-se numa interdependência face ao progresso das TICS. Daí uma das primeiras necessidades de formação é a aprendizagem de competências e capacidades para o uso do computador.

    3.3. O que pode fazer com um computador


    Conectar-se com amigos e pessoas em todo o mundo;  Pedir-lhe respostas como por exemplo: Qual o melhor caminho entre Lisboa e Roma,  ou a impressão duma planta de uma qualquer cidade.  

    A utilização de um PC não tem limites visíveis. Desde programas de multimédia, científicos, administrativos, vídeo, vigilãncia, enciclopédias, internet, correio, arte, música, todas as áreas da vida humana valorizam-se com a utilização das tecnologias da informática.

    Os limites são apenas os conhecimentos e a capacidade imaginativa de cada um.


    3.4. Nocões Essenciais do Windows

    História: 
    Conforme o nome indica Windows, em português significa Janelas:
    O diálogo com o computador, quer como administrador de sistema,como profissional de informática,  operador, ou apenas para jogos tão familiares,  internet, etc., nem sempre foi assim acessível.
    Os Computadores outrora, eram vastos conjuntos de hardware  preparados para aceitarem linguagens próprias, concebidas e criadas pelos  programadores e analistas de sistema, que depois de inseridas, testadas, e comprovadas as funcionalidades do software, eram elaboradas as instruções de Operação que constituíam o diálogo com o PC.
    O diálogo através das janelas ainda não existia, as primeiras versões de Windows V. 1.1 surgiram cerca de 1985/6 que constituíam apenas uma apresentação espectacular do diálogo com o PC mas só utilizadas em ocasiões de demonstração, pois todo o software corria em DOS e nas linguagens Basic, Cobol e outras.
    Era  o próprio software que criava as janelas de diálogo.  Não existia tão pouco o mouse (rato).
    O interesse deste introito histórico, é para fazer entender que quer as actuais versões de Windows, quer as anteriores são evoluções sucessivas de todo um misto de versões de sistemas operativos DOS, software de Janelas de diálogo e Software de aplicação, de modo a conter toda esta evolução num só sistema operativo, compatível com todo o outro conjunto de programas a instalar posteriormente no PC.
    O Windows é por conseguinte a “tradução” da linguagem técnica do software em linguagem entendida por todos, quer nas próprias línguas, quer através de imagens  familiares .
    O Windows não é uma linguagem técnica mas sim a sua “tradução”. Daí, por razões de segurança não traduz tudo, mas apenas o essencial ao diálogo com o PC.   
    ide 34

     

    segunda-feira, 4 de outubro de 2010

    1. Preâmbulo (Pr) Antologia do Tema e da Palavra em Língua Portuguesa


    1.1. Compilar, escrever, criar textos que sejam referências imprescindíveis duma cultura viva e protagonista dos avanços mais desejáveis da vida de toda a comunidade humana, é em síntese o objectivo deste trabalho.

    1.2. Trabalhar a língua materna, é não só um dever de honra, como também uma gratidão, pela esperança depositada na vida de quem no passado, tudo fez para passar o melhor testemunho aos filhos vindouros, e a sua generosidade impagável com que nos protegeram nos anos mais frágeis da meninice e adolescência.

    1.3. Mas, não só por estes valores, a língua materna é o segundo bem mais valioso depois do cérebro, que cada ser humano pode dispor, para uma existência digna e válida pela vida.

    1.4. A razão deste blogue:

    a)   Disponibilizar no actual contexto social português e global temas e assuntos de conteúdos vitais, abertos 
          à valorização dos comentários, sendo que estes poderão ser integrados na correcção ou edição de 
          novas mensagens.  Também constituirá a publicação de um testemunho de vida e obra que sirva 
          útilmente às gerações vindouras se assim o avaliarem com mérito de uso e aplicação para sucesso 
          futuro.



    c)  Sendo um trabalho de reflexão filosófico-social e também de cariz pretensamente
    científico, o seus conteúdos reflectem a visão do autor do mundo e do universo, sem que
    coloque em causa excessos de linguagem ou de liberdade de expressão, não abdicando
    da imperativa necessidade segundo o próprio do sentido da oportunidade e da responsabilidade.
    Oferecendo as actuais tecnologias de informação e processamento a oportunidade de
    publicação a custo zero  de trabalhos,  que outrora seriam totalmente perdidos,
    seria contranatura a censura própria e ou de outrem,  só porque muitos ou alguns poderão não gostar.

    d) Regras essenciais que o autor estabelece e pretende prosseguir no percurso deste trabalho.
         1. Os textos publicados da autoria Rogoneto,  serão revistos e alterados sempre que possível e poderão
             ser até retirados se aconselhável quando possam violar questões de ética ou dos termos de 
             utilização do Blogger.
     
         2. Quaisquer cópias retiradas serão da inteira  responsabilidade de quem as praticar, sendo que o autor
             apenas defende os seus textos em original no blogue, e na versão à data.
         3. Os comentários, poderão ou não obter resposta sendo que serão sempre publicados, e classificados
             por Rogoneto, que posteriormente de acordo com a mesma classificação poderão ou não
             permanecer para além de um período de 6 (seis)  meses.

         4. Sempre que hajam  compilações reproduzidas, de interesse cultural, técnico ou científico ou mesmo
             artístico, serão precedidas de referência da origem, e serão avaliados com excepção no contexto
             filosófico-social dos objectivos deste blogue.

    1.5. Síntese


        Sentir a necessidade de uma mudança na sociedade  para que cada um e todos se sintam bem ou melhor, é um desejo muito comum de hoje e de sempre. Todavia, protagonizar essa mudança com sucesso nunca foi e não é algo simples.
        A meu ver, não basta apenas a vontade, a inteligência ou o conhecimento. É algo tecnicamente muito mais complexo com que podemos imaginar. Também consoante os níveis de mudança que almejamos e a abrangência dessa mesma     mudança assim os processos e instrumentos a usar serão obviamente diferentes.
        Qualquer  mudança desejável e assimilável com satisfação pelas gentes de um povo ou de todo o mundo, de modo que progrida por inércia e impulsos próprios, sem a necessidade de grandes recursos de energia e/ou violência política, ou legislativa, é um processo permanente, balizado e integrado após o seu início.
        Tal como não se constrói um prédio a partir de cima, também não podemos  construir uma sociedade a partir de um qualquer caderno reivindicativo compilado e aprovado com leis regras ou fins que se pretenda atingir e leis a implementar. 
        Isso é tudo quanto se tem feito até ao presente, e não passam de promessas e  esperança em dado momento, para depois as desilusões, frustrações  e perdas inúteis de tempo e de energias.
        Para a mudança implica o real  sentido do presente: Onde se está,  respondendo  com certezas Para onde vamos, Quando e Como.