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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

11. Indiscutivelmente Certo (IC)


    2. Introdução ao Tema.  O Espírito de missão no percurso histórico da humanidade apresenta uma diferenciação de tal modo multifacetada nos seus conteúdos político-religiosos, filosófico-culturais,  económico e científicos, em todo o tecido social,  que forçou a convivência e a confrontação do real com o imaginário, do racional com a aberração, da ciência com a ficção, do possível com o utópico. 3. Uma atitude de contradições múltiplas que disseminou a confusão,  na aplicação de estratégias de vida, cujos gastos de energias, não lograram qualquer proveito num mundo digno da  presença do homem.

4. Nunca houve a coragem nem o discernimento,  para se criar uma “REFERÊNCIA ÍNTEGRA-INDISCUTIVELMENTE CERTA”, que servisse de farol seguro aos milhões de seres humanos, perdidos, à deriva das tempestades sociais. Este facto, desembocou no actual ambiente de terror,  num mundo moribundo, perverso que teima em não encontrar o caminho certo.

5. O óbvio, é que qualquer iniciativa válida neste sentido,  colide, colidiria e colidiu com interesses instalados há milénios.  6. A usurpação, em segurança, dos bens populares, foi, é, e seria  no contexto, o motivo intangível, sempre presente nos confortados da vida,  cuja generosidade das gentes humildes, cega à  necessária  aprendizagem que os sucessivos holocaustos, vividos ou presenciados deveria proporcionar. 7. A lição é, apenas retirada pelos usurpadores, que se defendem, transpondo o muro da hipocrisia e do cinismo, abusando ocultamente, com um charlatanismo que cerra as milenares muralhas invioláveis,  para salvaguardar os candidatos herdeiros à continuidade.

8. Ao analisar a história humana, os factos e acontecimentos quase se explicam com o inexplicável. Não existiu qualquer racionalidade. 9. As gerações passaram, e tudo ficou como sempre foi: confuso, complexo, difícil, caótico, crítico, etc. etc.
10. Impera criar essa “Referência indiscutivelmente certa”. 11. Não, para agradar aos interesses instalados, nem tão pouco aos servos dos mesmos. 12. Uns e outros já têm os seus lugares reservados, na efémera passagem que é a vida, com os seus rituais a cada passo. 13. A vaidade, instala-se, em competição mórbida e cada gesto confunde-se, com tiques nervosos dum stress que se ignora existir. 14. Tudo acontece como algo pré-determinado. 15. As ordens dos mandantes estão escritas há muito. 16. Basta lê-las e, porque não, escutá-las absorvendo a sua fidelidade profunda.

17. A enfermidade mais grave da humanidade é, exactamente, ter sido edificada e governada segundo critérios de corporativismo, cujo produto final é, o que presenciamos diariamente e já citado. 18. Mas, ao que parece, poucos são os que se opõem de modo capaz e eficaz à epidémica atitude de agradar aos mentores de sonhos, da hipocrisia, e representarem o que não tem representação à dimensão do Homem. 19. Desses poucos, repito ninguém foi capaz, muito menos eficaz, a prova é o abismo de hoje. 20. A lenta consciência colectiva da humanidade é gritante,  passados milénios sobre critérios e atitudes, ainda há a esperança, de que resultem.

21. Poder-se-ia pormenorizar o diagnóstico social nas suas causas e efeitos, com uma radiografia microscópica a um qualquer processo infeccioso contudo, o “politicamente correcto” é forçar a convivência com a infecção. 22. Isolando a infecção, não forneceria mercado para os laboratórios e, estes têm, demasiado peso na sociedade, para abdicarem da vertente económica da sua actividade.

23. Proclame-se a liberdade religiosa e política, de crer, pensar e agir, ao que se entenda por melhor mas, que isto não obste nem sufoque, o que é imperativo emergir e não tem contraditório. 24. Nem mesmo hipotético, no âmbito da investigação.25. Seja livre a nossa subjectividade e até partilhada no enlace público, mas não nos imponham nem sequer proponham, uma REFERÊNCIA SUPERIOR, que não se viu, não se vê e é impossível à dimensão do sentir do Homem.26. Se alguém diz ou escreve que viu,  que lhe contaram, respeite-se a sua liberdade, mas não se mobilizem multidões, quantas vezes vaidosas de afirmarem terem visto também, ou até, escolhidas, para verem e testemunharem o que não se vê.

27. Sejamos claros na linguagem e nas atitudes; se nos referimos a uma cegueira, que se clarifique se esta é física ou espiritual,  ou outra ainda, e que por fim, não se misture todos os conceitos de modo a confundir os destinatários da mensagem.28. Não esqueçamos que os dois bens mais valiosos do homem, é o cérebro, e a língua em que se exprime e é compreendido. Stop à sua violação massiva.

29. Introduzindo a conclusão: Esta questão foi e é o maior (roubo) sequestro que as instituições, directa ou indirectamente fazem a toda a Humanidade e a cada um que a constitui. É nefasto, anti-humano,  anti-natural, errado e profusamente doentio dos comportamentos da vida.

30. O tempo para viver é demasiado escasso para que resulte infrutífero. Revela-se, por isso, contrário à missão e objectivos de cada um, nas suas diferenças próprias de riqueza humana.

31. Pescadores de homens, detêm uma armadilha de tortura, lenta e prolongada, prosseguindo um engano imposto secularmente pela “Referência Superior”, autoritária, castrante,  inibidora,  estigma do caminho realista da humanidade.
32. Se a batalha da racionalidade não for ganha com a reconstrução da vida e da sociedade em valores ao serviço de cada um e de todos os homens no respeito por todo o ambiente, que nos cerca, esta armadilha pode detonar o irreversível holocausto final, pondo termo à sobrevivência do Homem.
  
2-- Critérios de Decisão

     33. Os valores que me presidem à decisão de escrever este tema são a síntese conclusiva de uma vida para a qual todo o contexto histórico dispensou. Um testemunho, que desejo não aconteça com a maioria dos seres Humanos. 34. Muito embora sejamos todos dispensáveis, a prová-lo o facto de ninguém ser eterno, há contudo a fantasia e a convicção de que uma pequena parte é eleita e amada para prefigurar essa eternidade.
   35. Circunstancialmente esses eleitos, não só por decisão própria mas também e principalmente  “por escolha do Criador do Universo” decidem aplicar o “barro” de que são feitos na edificação de uma obra corporativa qualquer, ao que lhe convenceram que o sopro de vida de que dispõem não lhes pertence e que o seu preço é exactamente entregá-la a essa corporação, que lhe devolverá 100 vezes mais, acrescida de uma eternidade feliz, em contraste com o sofrimento eterno de quem se negar a fazê-lo. 36. Não obstante esta séria advertência ainda no tempo presente gozam de uma doçura de vida, pacífica e cheia de amor, contrastando com o ranger de dentes para as outras opções.

   37. Nisto os rebanhos e pastores entendem-se. Há uma linguagem comum que os faz comungar de afinidades peculiares que os mantêm em corpo uníssono, sentindo-se algo felizes por esse caminhar alinhado e anelado.

    38. A questão coloca-se numa infantilidade tal, que assenta no pressuposto de que o ser humano é algo simples como um pequeno animal semelhante a um cordeiro. 39 . E aqui começa um corpo de costumes e tradições, critérios deficientemente avaliados, geridos nessa simplicidade. A realidade porém é que liderar e conduzir homens é algo de muito mais nobre e inteligente, do que apenas tratá-los por meras percentagens de aderência e números de mandatos democráticos. 
40. Não obstante esta realidade humana, de uma diferença cósmica entre cada ser, os critérios instalam-se na gestão social como se de um rebanho se tratasse. 40. Não faltam até os cães para ladrar e morder quando rebanho tende a tresmalhar-se.

 41.  Que encanto o desses pastores, que não espanta a tendência que muitos manifestam, para uso e abuso de crianças e jovens. 42. Começam por chamar a si os méritos e virtudes de apontarem a estes os caminhos mais certos e saudáveis da vida. Sedução?.-- Ou charlatanice oculta que não passa despercebida às idades maduras e menos vulneráveis, sobretudo avisadas.

 43. Contudo as gerações passam, as instituições ficam. Estas têm muito mais tempo para intercalar procedimentos e estratégias dirigidas às crianças e jovens, pois mais tarde quando velhos, tarde demais, a armadilha acciona-se e tudo não passou de um sopro de energia que serviu para engordar as instituições. 44. As experiências de “sucesso” servem para se copiarem
e se adaptarem, constituem valências superiores, padrões de comportamento, a definir os critérios que  se assemelham e se instalam no mundo alinhado. 45. O conceito de liderança assim
infantilizado, não passa de uma clonagem mental e de espírito, tanto utilizada no passado e
infelizmente muito adoptada nos nossos dias.
 46. Liderar, não pressupõe exemplo para que os outros copiem e sigam, nem tão pouco exercer
simpatia para receber aplausos e afectos. 47.Tudo isto, são vaidades e egoísmo próprio. Trata-se
de clonagem de pensamento para multiplicar o próprio EGO por tantos milhões de “cordeiros”
que acabam numa existência fútil.

 48.  Explica-se  assim o facto das instituições existirem para serem servidas pela humanidade, quando ao invés seria o racional e humano.49. Aqui reside a explicação do abismo do inimaginável monstruoso:-50.Óbvio que quando a humanidade serve as instituições, não o faz em proveito de todos e de cada um, mas exclusivamente em proveito dos poucos que as herdam, ainda que por períodos curtos.

  51. Servir, dar, tudo a entidades abstractas sem rosto nem sensibilidade,  que acumulam secularmente conhecimento e poder insaciáveis da juventude humana, que depois ao desvincular-se por velhice, morte, doença, ou apenas por decisão circunstancial,  tudo quanto cedeu, nada leva consigo, nem o poderão usar. 52. Mas o pior ainda, serão os herdeiros
Institucionais, que em quaisquer dos processos, democráticos, monárquicos, ou teológicos, também não saberão nem poderão tirar proveito desses bens, porque, o saber e a tecnologia identificam-se mais com os mestres do que com os aprendizes:-53.Têm sempre qualquer acesso reservado apenas ao seu criador.



3—Porquê indiscutivelmente certo!?

  54. Urge contextualizar a dimensão humana de modo claro, conciso e certo, sem depreciações ou
favorecimentos. Não podemos continuar no ERRO secular de olhar para cada um de nós, adjectivando uma condição qualquer, “a condição humana” de escravos, senhores, servos, pecadores, etc...
   Em sintonia emergem “Santos” Senhores dos exércitos e outros hipócritas cuja megalomania interior é convencerem tudo e todos de que o Universo lhes pertence.
   Dão-se ao luxo de conviverem com os mesmos que varrem às suas ordens milhões de seres humanos, desalojando-os do habitat donde nasceram com se dum Tsanunimi se tratasse. Pior ainda têm o habitat humano pronto a explodir detonado a conta-relógio.
   Se não formos capazes de desarmadilhar esta armadilha fatal para toda a vida do planeta, não
restará ninguém para historiar como aconteceu.
   Afinal como foi possível tanta burrice ou birrice, nas barbas do Criador ou dos seus escolhidos e eleitos, estarmos hoje prestes a um holocausto nuclear, e saberão os cientistas que constatam já um holocausto radioactivo irreversível para a sobrevivência da vida do planeta.
   A confusão é tal nesta humanidade feita “rebanhos”, que nem os cães têm a capacidade de destrinçar os lobos dos cordeiros.
   A catequese doutrinária do ser humano, foi, e é, contextualizá-lo à imagem e semelhança de Deus, divindade teocrática, que por dimensão, natureza e lógica, não tem qualquer semelhança
com o Homem. Este por sua vez, tão diferenciado uns dos outros, muito raramente tem
semelhanças com os seus mais próximos, nem mesmo, tão pouco, com o chamado macaco que nos precedeu na evolução da espécie. Subvertidas as diferenças numa catequese doutrinária, irrealista, e sobretudo negado o conhecimento e a ciência, subjugam-se as diferentes etnias de confissões religiosas e políticas, a uma dependência vital e afectiva.
   Resulta posteriormente na incapacidade do exercício saudável das funções sociais e profissionais, dando lugar comum ao chamado stress da vida moderna, aplicando-se de seguida a terapêutica da farmacologia psicotrópica dos anti-depressivos, calmantes, e outros laxativos hipnóticos para a digestão da vida.
   Não espanta aos mais atentos que se bata recordes no consumo destas drogas “legais” que adormecem as gerações, chamam ao redil os rebanhos, e criam um mercado favorável ao sucesso  de todas as actividades mais negativas, a começar pelas indústrias farmacológicas, lobies tão poderosos que  lideram o mercado económico.
   Basta que observemos a estatística dos números: Níveis de desemprego, mortandade infantil,
sinistralidade, manchas de pobreza, excluídos e desalojados, população prisional, vítimas das
mais diversas formas de violência, guerras, prostituição, pedofilia, do terrorismo, etc., etc., mas
o problema mais sério é a questão ecológica, do aquecimento global, e do descontrolo irreversível da radioactividade. Isto diz-nos respeito a todos.
   A causa determinante de tudo isto, é o envolvimento das multidões lideradas como rebanhos,
Numa hipnose colectiva que pensam e agem com os mesmos critérios, instrumentos, ao serviço do espírito de corpo. Auto convencem-se, de que são pertença desse corpo, e a sua liberdade cinge-se apenas a valores previamente aprovados pelos guias de pensamento que os expressam.
   Acresce o irrealismo dogmático com que se violenta as consciências e a mente, de modo a que estas no seu processamento quotidiano se assemelham a PCs antiquados, lentos, cheios de vírus, incapazes de realizarem qualquer output exacto.

   Sem verdade no pensamento este não serve para nada, equivale a uma criança ao colo que apenas pode ser conduzida.
   O drama de tudo isto, é não  passar-se apenas entre-muros das instituições religiosas. Os Executivos políticos, legislativos e penais servem-se das mesmas metodologias de critérios, que
estão gravados na sua formação, incutido no desejo de perpetuar a supremacia do irreal, e do
dogmático que depois em face disto a acusação sistemática do ser humano, fazendo-o crer
que o seu valor é desprezível, tal como outrora se fazia no mercado de escravos.

   Generaliza-se a “condição” de que “todos somos pecadores”, marginais, arguidos num processo qualquer, e ficou como norma quase irrefutável, de que quem manda, manda sempre
bem, quem faz fá-lo sempre mal. “O chefe tem sempre razão”! “Quem não é por mim é contra mim!” O mundo e a sociedade humana está hoje catalogada de modo generalizado de corruptos, evasores fiscais, incumpridores, criminosos comuns, infractores, absentistas, falsificadores, traficantes, etc.. Depois, mais baixo ainda, pedófilos, chulos, violadores, terroristas, etc.
    Quem não recebeu uma acusação qualquer, verbal ou escrita de uma destas naturezas citadas? Ninguém repara neste abismo?
    É imperativo e não pode esperar, a constatação do real como prova conclusiva da lucidez e discernimento.
    Todos os processos de socialização, não se fazem de modo instantâneo, requerem um ritmo
adequado a cada passo que só os próprios que o protagonizam o podem definir. Assim as roturas ou a catalogação de critérios conservadores ou progressistas, consoante estes preservam
a continuidade dogmática ou a antagonizam, não será uma atitude indiscutivelmente certa.
    Há contudo a necessidade imperativa e urgente de separar, quer nos textos constitucionais,
Quer na acção legislativa  e executiva, aquilo que é dogmático, fantasia, utópico e/ou
Tradicional do que é racional, lógico, científico e real, demonstrável ou inclusívamente com meios de pesquisa e investigação conclusivamente prováveis.
    Não se pode aceitar que um crente em um qualquer milagre e quase analfabeto no conhecimento, tenha uma existência fácil mercê do que anuncia, e um agnóstico, céptico, e com elevado grau de formação académica possa ser maltratado socialmente por força dos critérios censuradores da sua postura e convicções.
     É indiscutivelmente certo ser desejável e saudável, promover a arte, a música, a poesia,
E todas as formas mais transcendentais de estar na vida, com particular referência aos cultos
Religiosos. Mas tudo isto no seu lugar próprio na plena liberdade de cada um. Não é todavia
uma referência integra da boa aplicação de custos e tempos, e muito menos, dos impostos do contribuinte que em regra são sempre compulsivos e obrigatórios.
    Para finalizar o porquê do indiscutivelmente certo, sugiro a leitura integral do tema “O Planeta
Terra”.


4—O Real e o Imaginário.

     É frequente contextualizar todas as coisas em função do tempo e do espaço, exagerando-se
até em números astronómicos de unidades de tempo. Exemplos: A vida do Homem existe sobre
a terra há 2 500 Milhões de anos. O planeta terra surgiu no espaço Há “n” biliões de
anos. Um raio de luz, percorre o Universo à velocidade de 300.000 Km por segundo.
   Trata-se destas e de todas as questões interligadas no conhecimento como se fossem realidades absolutas, provadas cientificamente e como tais incontestadas.
   No indiscutívelmente certo, não é assim. Não é possível sequer recompor empiricamente
o minuto antecedente. Muito menos Milhões ou biliões de anos antecedentes. Tudo é movimento e transformação de energia, e o conceito do futuro e do passado, pertence ao imaginário e não ao real.
   Tudo acontece, em função do constatado e do constatante. E ambos se constactam e são
reciprocamente constatados. A sensibilidade dos sentidos, e as capacidades lógicas de coordenar
conhecimentos e raciocínios é que permitem constatar o movimento, energia e a vida,
quer no contexto empírico, quer no contexto imaginário, e criar fórmulas e números irreais
e com racionalidade. Há porém aqui uma diferença de ordem de método e de critério, que é exigível na progressão de qualquer raciocínio “indiscutivelmente certo”.
   Só o presente é ponto de partida! Porque só este é real e existente empiricamente.
Não podemos afirmar com certezas absolutas que se hipoteticamente, alguma vez, deixasse de haver sentidos, portanto vida, que o Universo e o Sistema solar de que fazemos parte continuaria o mesmo rumo tal como o constactamos. Errar é humano, e os sentidos podem errar como já tem acontecido. Antes de Galileu, a Terra era Plana e parada. O sol é que se movia. Tal era o paradoxo do erro dos sentidos. Como é que poderia algo mover-se sobre uma superfície plana e aparecer sempre do mesmo lado. Sê-lo-ia que se imaginava um Sol que nascia todos os dias, e se extinguia no ocaso também diàriamente?
   Qualquer protagonismo de mudança com eficácia só é possivel se assentar em pre-supostos
reais, isto é do presente, do em curso, e a cada minuto um passo no sentido do rumo que
se pretende. Noutro contexto pode constituir apenas um erro irreversível, ou na melhor das hipóteses caminhar fora do tempo a reboque de qualquer outra forma de energia. Esta pode revelar-se usurária e supressiva.

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